
Começou nesta terça-feira (12) o Seminário Nacional NTU 2025, que será realizado até amanhã (13) no Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, na capital federal. Com o tema “Rotas para um Transporte Público Mais Sustentável”, o evento reúne painéis, apresentações e lançamentos voltados ao desenvolvimento do transporte coletivo no país.
A programação inclui debates com especialistas e representantes do setor sobre temas como sustentabilidade, inovação e gestão. Durante o encontro, os participantes terão acesso a painéis com convidados nacionais e internacionais, além de conhecer novos estudos e iniciativas que visam aprimorar a mobilidade urbana.
Organizada pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), a cobertura completa do evento está disponível (ao vivo) no Youtube.
Abertura do evento
Com um chamado à sustentabilidade ambiental e financeira, à inovação, à inclusão social e à governança, que inclui a aprovação de um novo marco legal para o setor, foi aberta nesta terça-feira (12) a 38ª edição do evento.
A solenidade contou com a presença de autoridades como a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão; o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel; e o diretor do Departamento de Regulação da Mobilidade e Trânsito Urbano do Ministério das Cidades, Marcos Daniel, além de representantes de entidades como ANTP, CNT, Fórum Nacional de Secretários de Mobilidade Urbana e Conselho Nacional de Secretários de Transporte.
Anuário NTU 2024-2025: dados, desafios e perspectivas
Um dos destaques da programação foi o lançamento do Anuário NTU 2024–2025, publicação que reúne mais de 30 anos de dados históricos sobre o desempenho do setor e informações atualizadas da operação do transporte coletivo urbano no Brasil. De acordo com o diretor executivo da NTU, Francisco Christovam, o levantamento mostra que, embora haja recuperação gradual, o número de passageiros ainda não retornou ao patamar anterior à pandemia, o que indica possível perda estrutural de demanda.
“O Brasil vive um momento decisivo. Sem políticas públicas adequadas de financiamento, o transporte coletivo seguirá perdendo espaço para o transporte individual, o que impacta diretamente nas metas ambientais e no acesso universal à mobilidade”, disse o executivo.
*Com informações da NTU.